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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Obras do PAC parada na Roda de Fogo nos Torrões, zona Oeste do Recife.

Veja a situação em que se encontra a Rua Zumbi dos Palmares, no cruzamento com a Candelária na Roda de Fogo nos Torrões, zona Oeste do Recife – PE. Após as obras do PAC parada por falta de verbas as Empresas que mais de seis meses, que o governo municipal não repassou as prestadoras dos serviços. Quem está sendo prejudicada são os moradores, com esses entulhos acumulados nas vias públicas já concluídas e com o prazo de cura da pavimentação e drenagem já vencidas. Tudo isso difilcata o transito no local. O transportes coletivo tem dificuldade de transitar livre na Rua. . Comunidade ainda aproveita e colocar lixo nas metralhas acumuladas. Faço apelo a EMLURB, que faça a remoção urgente. Finalizando desejo a todos “ Um Feliz Natal e um prospero Ano Novo” com muita paz e alegria. São os meus sinceros votos de Manoel Limoeiro de Roda de Fogo.
Celular: 81-87405965.

Visite o Blog comunitário:
http://comunidadederecife.blogspot.com/
http://manoellimoeiro.blogspot.com/

Recife, 14 de dezembro de 2010.

Manoel Limoeiro- Roda de Fogo – Recife – PE.

Vejam as fotos abaixo:







Foto de: 14/12/2012 da comunidade de Roda de Fogo, nos Torrões zona Oeste do Recife - PE.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Dilma e os fatores da mudança.

Dilma e os fatores da mudança.
Publicado no portal Vermelho www.vermelho.org.br

Dilma não é Lula, isso é mais do que óbvio. Pelas trajetórias de vida e de militância bastante distintas, estilos, dimensão de liderança e por aí podemos esticar a lista de diferentes atributos entre ambos.

Nem o governo Dilma pode simplesmente repetir governo Lula. Quando candidata, a presidenta falava em continuar e avançar. E é disso que o Brasil precisa. Continuidade significa consolidar o que deu certo; avançar quer dizer apoiar-se no que foi acumulado em oito anos para ir bem além.

É possível? Provavelmente sim. Mas Dilma terá diante de si circunstâncias bem discrepantes das que cercaram Lula em seus dois governos consecutivos. Maioria parlamentar expressiva no Senado e na Câmara: ponto para Dilma. Conjuntura econômica mundial desfavorável: ponto negativo, que implica num ingente desafio – o de mudar, de fato, a orientação macroeconômica.

Não será tarefa fácil. Na própria base governista, larguíssima, não são poucos os que resistirão, por exemplo, à adoção do câmbio subvalorizado, à redução significativa da taxa de juros e ao controle da conta de capitais, elementos tidos por muitos especialistas como indispensáveis à manutenção do ritmo crescente de desenvolvimento.

Aí entra outra diferença entre Dilma e Lula. O presidente, do alto de sua condição de maior líder popular da história do nosso País, quase que se bastava a si mesmo, arrostando obstáculos e resistências mediante seu prestígio pessoal e extraordinária capacidade de se comunicar com o grande público. Em certa medida isso inibia o movimento social, carente de possibilidades objetivas e subjetivas de exercer papel mais saliente no processo de mudanças. Agora, não. A presidenta vai precisar de apoio popular – ativo, certeiro, oportuno. Até para melhorar a correlação de forças no seio da coligação governista, respaldando as correntes mais à esquerda.

São fatores, digamos, de mudança ou de emperramento da obra de governo, que conformarão o novo cenário nacional a partir de 1 de janeiro.

Por enquanto, cabe observar a escolha do ministério, especular sobre as inclinações de tal ou qual ministro escolhido, particularmente os da área econômica, incluindo o novo presidente do Banco Central. Mas especular sem carregar nas tintas. Quando a máquina começar a moer é que se verá em que grau Dilma avançará além de Lula – e assim mesmo não nos primeiros meses, pois não se monta uma equipe nem a entrosa e a faz render de imediato.

Demais, Dilma precisará muito do chamado jogo de cintura. Cá do meu posto de observação na província ousaria dizer que logo a presidenta se dará conta de que a ela cabe governar – portanto conduzir politicamente o governo, “fazer política”; e aos ministros e dirigentes de grandes empresas estatais, cabe administrar.

E do movimento social e dos partidos à esquerda do espectro governista se deve esperar uma conduta proativa, ao mesmo tempo propositiva e crítica.
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Qual a sua opinião?
Manoel Limoeiro.